"O futuro pertence àqueles que acreditam que mudar é possível e lutam pela mudança." denise_barja@hotmail.com
Quem sou eu
- DENISE BARJA
- Sumaré, São Paulo, Brazil
- Sou DENISE BARJA, 47 anos, Administradora, Pôs Graduada em Auditoria de Serviços de Saúde, Especialista e Consultora em Vigilância Sanitária. Concursada na Prefeitura de Sumaré como Fiscal Municipal. Exerci cargos Municipais como Diretora Técnica de Orçamento e Finanças na Prefeitura de São Paulo; Gestão em Saúde Publica na Prefeitura de São Vicente; Coordenadora em Vigilância Sanitária na Prefeitura de São Vicente e Sumaré e Membro do Conselho de Defesa Social. Atuei em 3 gestões na Associação de Moradores do Villa Flora (AMVF) como Diretora voluntária nas pastas de Meio Ambiente, Manutenção e Limpeza, e Ampliação e Reforma, desenvolvendo 12 projetos sociais junto a AMVF, ao Comércio local e a Comunidade. A perspectiva e comprometimento para o futuro é continuar a caminhar em prol a coletividade de Sumaré, perpetuar os projetos existentes e trabalhar forte nos que virão em breve!
domingo, 18 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
CAMPANHA POR UM BAIRRO MAIS LIMPO! Villa Flora, um cantinho do Paraíso!
- Orgânicos: segunda, quartas e sextas por volta das 5:50 hs. Colabore levando o seu lixo na lixeira apenas 1 dia antes da vinda do caminhão da Prefeitura, ou seja, aos domingos, terças e quintas. Lixo parado provoca a vinda de roedores e insetos, além de mau cheiro e má impressão do bairro.
- Recicláveis: A ONG passa as segundas, quartas e sextas após as 8:00 hs, procure levar na lixeira no dias anterior a noite ou no próprio dia antes deste horário.
- Óleo usado: acondicione em garrafas ou potes plásticos e deposite no recipiente específico. Se o seu condomínio não tem um, fale com o síndico.
- Entulho de construção/reforma: contrate uma caçamba.
- Outros tipos de entulho (móveis e eletrodomésticos quebrados, brinquedos, sapatos, talude, carâmicas, etc): nem a prefeitura e nem a ONG recolhem este tipo de material. Contrate alguém para retirar pequenas quantidades e mantenha o seu bairro limpo.
Ajude a divulgar!
Fonte: Maristela Nardi (Cond. Prímulas) e Denise Barja - Diretora de Meio Ambiente - AMVF
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Jornal Villa Flora Nwes - Edição nº 06
(...continuação)
RECICLAR: O processo de reciclagem ajuda não só na redução da produção de lixo, como na geração de empregos nas usinas de reciclagem. Muitos materiais de nosso consumo podem ser reciclados e nós podemos fazer nossa parte participando. Faça a separação de plásticos, papeis, metias, vidros e pilhas, do lixo orgânico (restos de alimentos e madeira) e deposite nos recipientes correto como abaixo.
Segue algumas dicas de como aproveitar esses princípios no seu cotidiano:
Volume: Os recicláveis pesam pouco, mas ocupam muito espaço. Por isso, o ideal é compactá-los para descartar. As garrafas PET, por exemplo, devem ser comprimidas; já as embalagens de longa vida devem ser abertas pelas abas, assim ficam bem finas, lembrando que é fundamental lavar as embalagens antes de descartá-las.
Limpeza: Aproveite a água quente do macarrão para enxaguar embalagens. É uma ótima opção para deixar o lixo limpo sem gastar muito esse precioso recurso.
O que não pode ser destinado ao lixo limpo: Fraldas, papel higiênico, papéis metalizados, parafinados ou plastificados; esponjas de aço, acrílico, cabos de panela, tomadas, adesivos, espelhos, porcelanas e cerâmicas.
DENISE TORCE BARJA
DIRETORA DE MEIO AMBIENTE – AMVF
COORD. VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE SUMARÉ
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Vigilância Sanitária alerta sobre golpe em Sumaré - Pessoas têm se passado por fiscais da Vigilância Sanitária, exigindo depósitos bancários de comerciantes
A Vigilância Sanitária de Sumaré está alertando a população sobre um golpe aplicado no município e em outras cidades da região. Segundo a assessoria de imprensa da Administração, pessoas têm se passado por fiscais da Vigilância Sanitária. Os alvos preferenciais são comerciantes. O golpe ocorre quando o falso fiscal exige depósitos bancários com a justificativa da falta de alvará para o funcionamento do estabelecimento.
A coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja, explicou que as multas aplicadas pelo órgão não exigem depósitos bancários e todos os fiscais são identificados com crachá. "Quando há multa, por falta de alvará, em um estabelecimento comercial, nós emitimos um boleto bancário. O comerciante deve exigir a identificação do fiscal, através do crachá", explica. Em caso de dúvidas quanto à veracidade da notificação, o comerciante pode procurar a Vigilância Sanitária para mais informações. A coordenadora também pede para que, caso população tenha qualquer informação sobre o assunto, que denuncie pelo telefone da Vigilância Sanitária, no número 3873-4838
No mês passado, a Guarda Civil e o Corpo de Bombeiros também alertaram a população sobre criminosos que se diziam do Corpo de Bombeiros. Eles ligavam para estabelecimentos comerciais, exigindo um depósito em dinheiro. Do contrário, iriam fazer uma vistoria no local, atestar que o estabelecimento não tem condição de funcionar. Dois pequenos restaurantes do Centro teriam recebido as ligações.
A coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja, explicou que as multas aplicadas pelo órgão não exigem depósitos bancários e todos os fiscais são identificados com crachá. "Quando há multa, por falta de alvará, em um estabelecimento comercial, nós emitimos um boleto bancário. O comerciante deve exigir a identificação do fiscal, através do crachá", explica. Em caso de dúvidas quanto à veracidade da notificação, o comerciante pode procurar a Vigilância Sanitária para mais informações. A coordenadora também pede para que, caso população tenha qualquer informação sobre o assunto, que denuncie pelo telefone da Vigilância Sanitária, no número 3873-4838
No mês passado, a Guarda Civil e o Corpo de Bombeiros também alertaram a população sobre criminosos que se diziam do Corpo de Bombeiros. Eles ligavam para estabelecimentos comerciais, exigindo um depósito em dinheiro. Do contrário, iriam fazer uma vistoria no local, atestar que o estabelecimento não tem condição de funcionar. Dois pequenos restaurantes do Centro teriam recebido as ligações.
Fonte: João Colosalle - Jornal Liberal
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Jornal Villa Flora News - Edição nº 05
DENISE TORCE BARJA
DIRETORA DE MEIO AMBIENTE – AMVF
COORD. VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE SUMARÉ
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Jornal Villa Flora News - Edição nº 04
DENISE TORCE BARJA
DIRETORA DE MEIO AMBIENTE – AMVF
COORD. VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE SUMARÉ
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Sumaré (SP): Animais são retirados de clínica clandestina
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| Um dos animais encontrados no local: maus-tratos (Foto: Leandro Ferreira/AAN) |
Quatro cachorros, dois coelhos e galos foram encontrados na em situação de maus-tratos, com muitos machucados, em um terreno anexo a uma agropecuária, no Jardim Campo Belo, em Sumaré, por agentes da Vigilância Sanitária da cidade.
A fiscalização, que ocorreu na última sexta-feira, descobriu a prática de atividades veterinárias clandestinas, já que foram localizados instrumentos cirúrgicos e medicamentos vencidos.
O proprietário era um veterinário sem diploma. 'O espaço anexo ao comércio é de terra e com duas salas sem reboco e sem nenhuma condição de abrigar um consultório veterinário. Os animais estavam sem água e os cães, que estavam com ferimentos por conta de atropelamentos, não recebiam nenhum cuidado, o que caracteriza maus tratos', afirma a coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja.
Questionado sobre de quem eram os bichos, o dono da agropecuária disse que eram todos de sua propriedade. Todo o material encontrado pela Vigilância Sanitária foi apreendido e os animais encontrados foram levados para o Centro de Zoonoses de Sumaré. A investigação deve ser feita pela Polícia Civil e se comprovadas as acusações, o falso veterinário pode responder por exercício ilegal da profissão e maus tratos.
Retranca
O proprietário é reincidente, já que no ano passado foi pego em flagrante pela equipe da Vigilância Sanitária, enquanto realizava atendimentos clínicos em animais de forma clandestina.
Em abril de 2010, a fiscalização encontrou carimbos e talonários de receitas com o nome da falsa clínica e do falso profissional. A loja foi interditada na época e reaberta em seguida como uma agropecuária regularizada. Os animais que sofriam com as péssimas condições do local passam por atendimento no Centro de Zoonoses. Um laudo sobre o estado de saúde dos animais será feito e conforme o julgamento do processo, será definido se eles vão para adoção ou não.
Denúncia
Para fazer uma denúncia sobre maus tratos, basta entrar em contato com a Vigilância Sanitária, pelo (19) 3873-4838. Não é preciso se identificar.
A fiscalização, que ocorreu na última sexta-feira, descobriu a prática de atividades veterinárias clandestinas, já que foram localizados instrumentos cirúrgicos e medicamentos vencidos.
O proprietário era um veterinário sem diploma. 'O espaço anexo ao comércio é de terra e com duas salas sem reboco e sem nenhuma condição de abrigar um consultório veterinário. Os animais estavam sem água e os cães, que estavam com ferimentos por conta de atropelamentos, não recebiam nenhum cuidado, o que caracteriza maus tratos', afirma a coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja.
Questionado sobre de quem eram os bichos, o dono da agropecuária disse que eram todos de sua propriedade. Todo o material encontrado pela Vigilância Sanitária foi apreendido e os animais encontrados foram levados para o Centro de Zoonoses de Sumaré. A investigação deve ser feita pela Polícia Civil e se comprovadas as acusações, o falso veterinário pode responder por exercício ilegal da profissão e maus tratos.
Retranca
O proprietário é reincidente, já que no ano passado foi pego em flagrante pela equipe da Vigilância Sanitária, enquanto realizava atendimentos clínicos em animais de forma clandestina.
Em abril de 2010, a fiscalização encontrou carimbos e talonários de receitas com o nome da falsa clínica e do falso profissional. A loja foi interditada na época e reaberta em seguida como uma agropecuária regularizada. Os animais que sofriam com as péssimas condições do local passam por atendimento no Centro de Zoonoses. Um laudo sobre o estado de saúde dos animais será feito e conforme o julgamento do processo, será definido se eles vão para adoção ou não.
Denúncia
Para fazer uma denúncia sobre maus tratos, basta entrar em contato com a Vigilância Sanitária, pelo (19) 3873-4838. Não é preciso se identificar.
Visa descobre atividade veterinária clandestina
O material encontrado no anexo do comércio agropecuário foi apreendido, a acusação contra o proprietário, de exercício ilegal da profissão, foi encaminhada para a Polícia Militar e os animais encontrados no local foram retirados pela Zoonoses. Entre os animais, estavam 4 cachorros, coelhos e galos. “Os animais estavam sem água e com sinais de maus tratos”, argumentou a coordenadora da Vigilância Sanitária.
Para realizar uma denúncia, basta entrar em contato com a Vigilância Sanitária, através do telefone (19) 3873-4838. O cidadão não precisa se identificar.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Jornal Villa Flora News - Edição nº 02
DENISE TORCE BARJA
DIRETORA DE MEIO AMBIENTE – AMVF
COORD. VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE SUMARÉ
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Visa recebe chapas de raios x para reciclagem
A Secretaria Municipal de Saúde de Sumaré, por meio da Vigilância Sanitária (Visa), passou a coletar para reciclagem as chapas de raios x antigas, que não são mais úteis a população no diagnóstico e tratamento das doenças. Desde segunda-feira, 2 de maio, a Visa é posto de coleta permanente para recebimento das chapas.
Os materiais recolhidos serão encaminhados, semanalmente, ao Instituto Central do Hospital das Clínicas de São Paulo para transformação em bens de consumo, como artigos em prata e embalagens para presentes. A arrecadação será doada ao Fundo Social de Solidariedade do Governo do Estado de São Paulo.
Segundo a Visa de Sumaré, a iniciativa terá impacto positivo na preservação do meio ambiente. “O descarte incorreto das chapas de raios X em lixos comuns contaminam e prejudicam o ecossistema do planeta pela presença de acetato e prata em sua composição”, explica a coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Barja.
Para o descarte correto dos materiais, os moradores sumareenses podem levar seus exames antigos de raios x para a Vigilância Sanitária, de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. A Visa fica na Rua Alzira Pires Fofano, 3, Parque Franceschini, próximo da Avenida Rebouças, na área central.
Fonte: Imprensa oficial sumaré
Os materiais recolhidos serão encaminhados, semanalmente, ao Instituto Central do Hospital das Clínicas de São Paulo para transformação em bens de consumo, como artigos em prata e embalagens para presentes. A arrecadação será doada ao Fundo Social de Solidariedade do Governo do Estado de São Paulo.
Segundo a Visa de Sumaré, a iniciativa terá impacto positivo na preservação do meio ambiente. “O descarte incorreto das chapas de raios X em lixos comuns contaminam e prejudicam o ecossistema do planeta pela presença de acetato e prata em sua composição”, explica a coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Barja.
Para o descarte correto dos materiais, os moradores sumareenses podem levar seus exames antigos de raios x para a Vigilância Sanitária, de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. A Visa fica na Rua Alzira Pires Fofano, 3, Parque Franceschini, próximo da Avenida Rebouças, na área central.
Fonte: Imprensa oficial sumaré
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Vigilância autua motel por uso de produtos clandestinos. Foram apreendidos 216 galões de produtos irregulares
A Vigilância Sanitária de Sumaré autuou um motel no Jardim Marchissolo, que utilizava em suas instalações 216 galões de cinco litros de produtos de limpeza que não possuem registro e notificação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). No local, foram encontrados água sanitária, amaciantes, cloro, desinfetante, limpador de uso geral, entre outros produtos clandestinos.
O motel foi penalizado com multa leve, por ser a primeira autuação. Nestes casos, o valor da multa pode variar entre R$ 111,04 e R$ 10.742,01, dependendo do porte do estabelecimento, mas cabe ao proprietário recurso à decisão.
Segundo a Vigilância Sanitária não há como garantir a qualidade e a segurança na utilização, manuseio e armazenamento dos produtos clandestinos, o que pode colocar em risco a saúde da população, pois não há um controle e nem se sabe qual a composição e a origem desses produtos. Além do que as empresas que fabricam esses produtos não possuírem o registro e a autorização de funcionamento da Anvisa.
O motel foi penalizado com multa leve, por ser a primeira autuação. Nestes casos, o valor da multa pode variar entre R$ 111,04 e R$ 10.742,01, dependendo do porte do estabelecimento, mas cabe ao proprietário recurso à decisão.
Segundo a Vigilância Sanitária não há como garantir a qualidade e a segurança na utilização, manuseio e armazenamento dos produtos clandestinos, o que pode colocar em risco a saúde da população, pois não há um controle e nem se sabe qual a composição e a origem desses produtos. Além do que as empresas que fabricam esses produtos não possuírem o registro e a autorização de funcionamento da Anvisa.
| COMO IDENTIFICAR PRODUTO DE LIMPEZA CLANDESTINO: - São vendidos por ambulantes em caminhões ou peruas, ou mesmo em lojas que revendem produtos para limpeza em geral;
- Geralmente são colocados à venda em garrafas de refrigerante ou em outros tipos de garrafas reaproveitadas;
- Não possuem rótulo com instruções de uso e descrição dos componentes utilizados na fabricação.
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Autor: Claudete Campos
Fonte: Prefeitura de Sumaré
quarta-feira, 2 de março de 2011
Jornal Villa Flora News - Ano I-Edição nº 01
DENISE TORCE BARJA
DIRETORA DE MEIO AMBIENTE – AMVF
COORD. VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE SUMARÉ
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