Quem sou eu

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Sumaré, São Paulo, Brazil
Sou DENISE BARJA, 47 anos, Administradora, Pôs Graduada em Auditoria de Serviços de Saúde, Especialista e Consultora em Vigilância Sanitária. Concursada na Prefeitura de Sumaré como Fiscal Municipal. Exerci cargos Municipais como Diretora Técnica de Orçamento e Finanças na Prefeitura de São Paulo; Gestão em Saúde Publica na Prefeitura de São Vicente; Coordenadora em Vigilância Sanitária na Prefeitura de São Vicente e Sumaré e Membro do Conselho de Defesa Social. Atuei em 3 gestões na Associação de Moradores do Villa Flora (AMVF) como Diretora voluntária nas pastas de Meio Ambiente, Manutenção e Limpeza, e Ampliação e Reforma, desenvolvendo 12 projetos sociais junto a AMVF, ao Comércio local e a Comunidade. A perspectiva e comprometimento para o futuro é continuar a caminhar em prol a coletividade de Sumaré, perpetuar os projetos existentes e trabalhar forte nos que virão em breve!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Vigilância Sanitária alerta sobre golpe em Sumaré - Pessoas têm se passado por fiscais da Vigilância Sanitária, exigindo depósitos bancários de comerciantes

A Vigilância Sanitária de Sumaré está alertando a população sobre um golpe aplicado no município e em outras cidades da região. Segundo a assessoria de imprensa da Administração, pessoas têm se passado por fiscais da Vigilância Sanitária. Os alvos preferenciais são comerciantes. O golpe ocorre quando o falso fiscal exige depósitos bancários com a justificativa da falta de alvará para o funcionamento do estabelecimento.


A coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja, explicou que as multas aplicadas pelo órgão não exigem depósitos bancários e todos os fiscais são identificados com crachá. "Quando há multa, por falta de alvará, em um estabelecimento comercial, nós emitimos um boleto bancário. O comerciante deve exigir a identificação do fiscal, através do crachá", explica. Em caso de dúvidas quanto à veracidade da notificação, o comerciante pode procurar a Vigilância Sanitária para mais informações. A coordenadora também pede para que, caso população tenha qualquer informação sobre o assunto, que denuncie pelo telefone da Vigilância Sanitária, no número 3873-4838


No mês passado, a Guarda Civil e o Corpo de Bombeiros também alertaram a população sobre criminosos que se diziam do Corpo de Bombeiros. Eles ligavam para estabelecimentos comerciais, exigindo um depósito em dinheiro. Do contrário, iriam fazer uma vistoria no local, atestar que o estabelecimento não tem condição de funcionar. Dois pequenos restaurantes do Centro teriam recebido as ligações.

Fonte: João Colosalle - Jornal Liberal