"O futuro pertence àqueles que acreditam que mudar é possível e lutam pela mudança." denise_barja@hotmail.com
Quem sou eu
- DENISE BARJA
- Sumaré, São Paulo, Brazil
- Sou DENISE BARJA, 47 anos, Administradora, Pôs Graduada em Auditoria de Serviços de Saúde, Especialista e Consultora em Vigilância Sanitária. Concursada na Prefeitura de Sumaré como Fiscal Municipal. Exerci cargos Municipais como Diretora Técnica de Orçamento e Finanças na Prefeitura de São Paulo; Gestão em Saúde Publica na Prefeitura de São Vicente; Coordenadora em Vigilância Sanitária na Prefeitura de São Vicente e Sumaré e Membro do Conselho de Defesa Social. Atuei em 3 gestões na Associação de Moradores do Villa Flora (AMVF) como Diretora voluntária nas pastas de Meio Ambiente, Manutenção e Limpeza, e Ampliação e Reforma, desenvolvendo 12 projetos sociais junto a AMVF, ao Comércio local e a Comunidade. A perspectiva e comprometimento para o futuro é continuar a caminhar em prol a coletividade de Sumaré, perpetuar os projetos existentes e trabalhar forte nos que virão em breve!
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Jornal Villa Flora Nwes - Edição nº 06
(...continuação)
RECICLAR: O processo de reciclagem ajuda não só na redução da produção de lixo, como na geração de empregos nas usinas de reciclagem. Muitos materiais de nosso consumo podem ser reciclados e nós podemos fazer nossa parte participando. Faça a separação de plásticos, papeis, metias, vidros e pilhas, do lixo orgânico (restos de alimentos e madeira) e deposite nos recipientes correto como abaixo.
Segue algumas dicas de como aproveitar esses princípios no seu cotidiano:
Volume: Os recicláveis pesam pouco, mas ocupam muito espaço. Por isso, o ideal é compactá-los para descartar. As garrafas PET, por exemplo, devem ser comprimidas; já as embalagens de longa vida devem ser abertas pelas abas, assim ficam bem finas, lembrando que é fundamental lavar as embalagens antes de descartá-las.
Limpeza: Aproveite a água quente do macarrão para enxaguar embalagens. É uma ótima opção para deixar o lixo limpo sem gastar muito esse precioso recurso.
O que não pode ser destinado ao lixo limpo: Fraldas, papel higiênico, papéis metalizados, parafinados ou plastificados; esponjas de aço, acrílico, cabos de panela, tomadas, adesivos, espelhos, porcelanas e cerâmicas.
DENISE TORCE BARJA
DIRETORA DE MEIO AMBIENTE – AMVF
COORD. VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE SUMARÉ
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Vigilância Sanitária alerta sobre golpe em Sumaré - Pessoas têm se passado por fiscais da Vigilância Sanitária, exigindo depósitos bancários de comerciantes
A Vigilância Sanitária de Sumaré está alertando a população sobre um golpe aplicado no município e em outras cidades da região. Segundo a assessoria de imprensa da Administração, pessoas têm se passado por fiscais da Vigilância Sanitária. Os alvos preferenciais são comerciantes. O golpe ocorre quando o falso fiscal exige depósitos bancários com a justificativa da falta de alvará para o funcionamento do estabelecimento.
A coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja, explicou que as multas aplicadas pelo órgão não exigem depósitos bancários e todos os fiscais são identificados com crachá. "Quando há multa, por falta de alvará, em um estabelecimento comercial, nós emitimos um boleto bancário. O comerciante deve exigir a identificação do fiscal, através do crachá", explica. Em caso de dúvidas quanto à veracidade da notificação, o comerciante pode procurar a Vigilância Sanitária para mais informações. A coordenadora também pede para que, caso população tenha qualquer informação sobre o assunto, que denuncie pelo telefone da Vigilância Sanitária, no número 3873-4838
No mês passado, a Guarda Civil e o Corpo de Bombeiros também alertaram a população sobre criminosos que se diziam do Corpo de Bombeiros. Eles ligavam para estabelecimentos comerciais, exigindo um depósito em dinheiro. Do contrário, iriam fazer uma vistoria no local, atestar que o estabelecimento não tem condição de funcionar. Dois pequenos restaurantes do Centro teriam recebido as ligações.
A coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja, explicou que as multas aplicadas pelo órgão não exigem depósitos bancários e todos os fiscais são identificados com crachá. "Quando há multa, por falta de alvará, em um estabelecimento comercial, nós emitimos um boleto bancário. O comerciante deve exigir a identificação do fiscal, através do crachá", explica. Em caso de dúvidas quanto à veracidade da notificação, o comerciante pode procurar a Vigilância Sanitária para mais informações. A coordenadora também pede para que, caso população tenha qualquer informação sobre o assunto, que denuncie pelo telefone da Vigilância Sanitária, no número 3873-4838
No mês passado, a Guarda Civil e o Corpo de Bombeiros também alertaram a população sobre criminosos que se diziam do Corpo de Bombeiros. Eles ligavam para estabelecimentos comerciais, exigindo um depósito em dinheiro. Do contrário, iriam fazer uma vistoria no local, atestar que o estabelecimento não tem condição de funcionar. Dois pequenos restaurantes do Centro teriam recebido as ligações.
Fonte: João Colosalle - Jornal Liberal
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Jornal Villa Flora News - Edição nº 05
DENISE TORCE BARJA
DIRETORA DE MEIO AMBIENTE – AMVF
COORD. VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE SUMARÉ
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Jornal Villa Flora News - Edição nº 04
DENISE TORCE BARJA
DIRETORA DE MEIO AMBIENTE – AMVF
COORD. VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE SUMARÉ
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Sumaré (SP): Animais são retirados de clínica clandestina
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| Um dos animais encontrados no local: maus-tratos (Foto: Leandro Ferreira/AAN) |
Quatro cachorros, dois coelhos e galos foram encontrados na em situação de maus-tratos, com muitos machucados, em um terreno anexo a uma agropecuária, no Jardim Campo Belo, em Sumaré, por agentes da Vigilância Sanitária da cidade.
A fiscalização, que ocorreu na última sexta-feira, descobriu a prática de atividades veterinárias clandestinas, já que foram localizados instrumentos cirúrgicos e medicamentos vencidos.
O proprietário era um veterinário sem diploma. 'O espaço anexo ao comércio é de terra e com duas salas sem reboco e sem nenhuma condição de abrigar um consultório veterinário. Os animais estavam sem água e os cães, que estavam com ferimentos por conta de atropelamentos, não recebiam nenhum cuidado, o que caracteriza maus tratos', afirma a coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja.
Questionado sobre de quem eram os bichos, o dono da agropecuária disse que eram todos de sua propriedade. Todo o material encontrado pela Vigilância Sanitária foi apreendido e os animais encontrados foram levados para o Centro de Zoonoses de Sumaré. A investigação deve ser feita pela Polícia Civil e se comprovadas as acusações, o falso veterinário pode responder por exercício ilegal da profissão e maus tratos.
Retranca
O proprietário é reincidente, já que no ano passado foi pego em flagrante pela equipe da Vigilância Sanitária, enquanto realizava atendimentos clínicos em animais de forma clandestina.
Em abril de 2010, a fiscalização encontrou carimbos e talonários de receitas com o nome da falsa clínica e do falso profissional. A loja foi interditada na época e reaberta em seguida como uma agropecuária regularizada. Os animais que sofriam com as péssimas condições do local passam por atendimento no Centro de Zoonoses. Um laudo sobre o estado de saúde dos animais será feito e conforme o julgamento do processo, será definido se eles vão para adoção ou não.
Denúncia
Para fazer uma denúncia sobre maus tratos, basta entrar em contato com a Vigilância Sanitária, pelo (19) 3873-4838. Não é preciso se identificar.
A fiscalização, que ocorreu na última sexta-feira, descobriu a prática de atividades veterinárias clandestinas, já que foram localizados instrumentos cirúrgicos e medicamentos vencidos.
O proprietário era um veterinário sem diploma. 'O espaço anexo ao comércio é de terra e com duas salas sem reboco e sem nenhuma condição de abrigar um consultório veterinário. Os animais estavam sem água e os cães, que estavam com ferimentos por conta de atropelamentos, não recebiam nenhum cuidado, o que caracteriza maus tratos', afirma a coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja.
Questionado sobre de quem eram os bichos, o dono da agropecuária disse que eram todos de sua propriedade. Todo o material encontrado pela Vigilância Sanitária foi apreendido e os animais encontrados foram levados para o Centro de Zoonoses de Sumaré. A investigação deve ser feita pela Polícia Civil e se comprovadas as acusações, o falso veterinário pode responder por exercício ilegal da profissão e maus tratos.
Retranca
O proprietário é reincidente, já que no ano passado foi pego em flagrante pela equipe da Vigilância Sanitária, enquanto realizava atendimentos clínicos em animais de forma clandestina.
Em abril de 2010, a fiscalização encontrou carimbos e talonários de receitas com o nome da falsa clínica e do falso profissional. A loja foi interditada na época e reaberta em seguida como uma agropecuária regularizada. Os animais que sofriam com as péssimas condições do local passam por atendimento no Centro de Zoonoses. Um laudo sobre o estado de saúde dos animais será feito e conforme o julgamento do processo, será definido se eles vão para adoção ou não.
Denúncia
Para fazer uma denúncia sobre maus tratos, basta entrar em contato com a Vigilância Sanitária, pelo (19) 3873-4838. Não é preciso se identificar.
Visa descobre atividade veterinária clandestina
O material encontrado no anexo do comércio agropecuário foi apreendido, a acusação contra o proprietário, de exercício ilegal da profissão, foi encaminhada para a Polícia Militar e os animais encontrados no local foram retirados pela Zoonoses. Entre os animais, estavam 4 cachorros, coelhos e galos. “Os animais estavam sem água e com sinais de maus tratos”, argumentou a coordenadora da Vigilância Sanitária.
Para realizar uma denúncia, basta entrar em contato com a Vigilância Sanitária, através do telefone (19) 3873-4838. O cidadão não precisa se identificar.
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