"O futuro pertence àqueles que acreditam que mudar é possível e lutam pela mudança." denise_barja@hotmail.com
Quem sou eu
- DENISE BARJA
- Sumaré, São Paulo, Brazil
- Sou DENISE BARJA, 47 anos, Administradora, Pôs Graduada em Auditoria de Serviços de Saúde, Especialista e Consultora em Vigilância Sanitária. Concursada na Prefeitura de Sumaré como Fiscal Municipal. Exerci cargos Municipais como Diretora Técnica de Orçamento e Finanças na Prefeitura de São Paulo; Gestão em Saúde Publica na Prefeitura de São Vicente; Coordenadora em Vigilância Sanitária na Prefeitura de São Vicente e Sumaré e Membro do Conselho de Defesa Social. Atuei em 3 gestões na Associação de Moradores do Villa Flora (AMVF) como Diretora voluntária nas pastas de Meio Ambiente, Manutenção e Limpeza, e Ampliação e Reforma, desenvolvendo 12 projetos sociais junto a AMVF, ao Comércio local e a Comunidade. A perspectiva e comprometimento para o futuro é continuar a caminhar em prol a coletividade de Sumaré, perpetuar os projetos existentes e trabalhar forte nos que virão em breve!
domingo, 26 de fevereiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
domingo, 18 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
CAMPANHA POR UM BAIRRO MAIS LIMPO! Villa Flora, um cantinho do Paraíso!
- Orgânicos: segunda, quartas e sextas por volta das 5:50 hs. Colabore levando o seu lixo na lixeira apenas 1 dia antes da vinda do caminhão da Prefeitura, ou seja, aos domingos, terças e quintas. Lixo parado provoca a vinda de roedores e insetos, além de mau cheiro e má impressão do bairro.
- Recicláveis: A ONG passa as segundas, quartas e sextas após as 8:00 hs, procure levar na lixeira no dias anterior a noite ou no próprio dia antes deste horário.
- Óleo usado: acondicione em garrafas ou potes plásticos e deposite no recipiente específico. Se o seu condomínio não tem um, fale com o síndico.
- Entulho de construção/reforma: contrate uma caçamba.
- Outros tipos de entulho (móveis e eletrodomésticos quebrados, brinquedos, sapatos, talude, carâmicas, etc): nem a prefeitura e nem a ONG recolhem este tipo de material. Contrate alguém para retirar pequenas quantidades e mantenha o seu bairro limpo.
Ajude a divulgar!
Fonte: Maristela Nardi (Cond. Prímulas) e Denise Barja - Diretora de Meio Ambiente - AMVF
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Jornal Villa Flora Nwes - Edição nº 06
(...continuação)
RECICLAR: O processo de reciclagem ajuda não só na redução da produção de lixo, como na geração de empregos nas usinas de reciclagem. Muitos materiais de nosso consumo podem ser reciclados e nós podemos fazer nossa parte participando. Faça a separação de plásticos, papeis, metias, vidros e pilhas, do lixo orgânico (restos de alimentos e madeira) e deposite nos recipientes correto como abaixo.
Segue algumas dicas de como aproveitar esses princípios no seu cotidiano:
Volume: Os recicláveis pesam pouco, mas ocupam muito espaço. Por isso, o ideal é compactá-los para descartar. As garrafas PET, por exemplo, devem ser comprimidas; já as embalagens de longa vida devem ser abertas pelas abas, assim ficam bem finas, lembrando que é fundamental lavar as embalagens antes de descartá-las.
Limpeza: Aproveite a água quente do macarrão para enxaguar embalagens. É uma ótima opção para deixar o lixo limpo sem gastar muito esse precioso recurso.
O que não pode ser destinado ao lixo limpo: Fraldas, papel higiênico, papéis metalizados, parafinados ou plastificados; esponjas de aço, acrílico, cabos de panela, tomadas, adesivos, espelhos, porcelanas e cerâmicas.
DENISE TORCE BARJA
DIRETORA DE MEIO AMBIENTE – AMVF
COORD. VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE SUMARÉ
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Vigilância Sanitária alerta sobre golpe em Sumaré - Pessoas têm se passado por fiscais da Vigilância Sanitária, exigindo depósitos bancários de comerciantes
A Vigilância Sanitária de Sumaré está alertando a população sobre um golpe aplicado no município e em outras cidades da região. Segundo a assessoria de imprensa da Administração, pessoas têm se passado por fiscais da Vigilância Sanitária. Os alvos preferenciais são comerciantes. O golpe ocorre quando o falso fiscal exige depósitos bancários com a justificativa da falta de alvará para o funcionamento do estabelecimento.
A coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja, explicou que as multas aplicadas pelo órgão não exigem depósitos bancários e todos os fiscais são identificados com crachá. "Quando há multa, por falta de alvará, em um estabelecimento comercial, nós emitimos um boleto bancário. O comerciante deve exigir a identificação do fiscal, através do crachá", explica. Em caso de dúvidas quanto à veracidade da notificação, o comerciante pode procurar a Vigilância Sanitária para mais informações. A coordenadora também pede para que, caso população tenha qualquer informação sobre o assunto, que denuncie pelo telefone da Vigilância Sanitária, no número 3873-4838
No mês passado, a Guarda Civil e o Corpo de Bombeiros também alertaram a população sobre criminosos que se diziam do Corpo de Bombeiros. Eles ligavam para estabelecimentos comerciais, exigindo um depósito em dinheiro. Do contrário, iriam fazer uma vistoria no local, atestar que o estabelecimento não tem condição de funcionar. Dois pequenos restaurantes do Centro teriam recebido as ligações.
A coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja, explicou que as multas aplicadas pelo órgão não exigem depósitos bancários e todos os fiscais são identificados com crachá. "Quando há multa, por falta de alvará, em um estabelecimento comercial, nós emitimos um boleto bancário. O comerciante deve exigir a identificação do fiscal, através do crachá", explica. Em caso de dúvidas quanto à veracidade da notificação, o comerciante pode procurar a Vigilância Sanitária para mais informações. A coordenadora também pede para que, caso população tenha qualquer informação sobre o assunto, que denuncie pelo telefone da Vigilância Sanitária, no número 3873-4838
No mês passado, a Guarda Civil e o Corpo de Bombeiros também alertaram a população sobre criminosos que se diziam do Corpo de Bombeiros. Eles ligavam para estabelecimentos comerciais, exigindo um depósito em dinheiro. Do contrário, iriam fazer uma vistoria no local, atestar que o estabelecimento não tem condição de funcionar. Dois pequenos restaurantes do Centro teriam recebido as ligações.
Fonte: João Colosalle - Jornal Liberal
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