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Sumaré, São Paulo, Brazil
Sou DENISE BARJA, 47 anos, Administradora, Pôs Graduada em Auditoria de Serviços de Saúde, Especialista e Consultora em Vigilância Sanitária. Concursada na Prefeitura de Sumaré como Fiscal Municipal. Exerci cargos Municipais como Diretora Técnica de Orçamento e Finanças na Prefeitura de São Paulo; Gestão em Saúde Publica na Prefeitura de São Vicente; Coordenadora em Vigilância Sanitária na Prefeitura de São Vicente e Sumaré e Membro do Conselho de Defesa Social. Atuei em 3 gestões na Associação de Moradores do Villa Flora (AMVF) como Diretora voluntária nas pastas de Meio Ambiente, Manutenção e Limpeza, e Ampliação e Reforma, desenvolvendo 12 projetos sociais junto a AMVF, ao Comércio local e a Comunidade. A perspectiva e comprometimento para o futuro é continuar a caminhar em prol a coletividade de Sumaré, perpetuar os projetos existentes e trabalhar forte nos que virão em breve!

sábado, 24 de abril de 2010

Vigilância Sanitária fecha fábrica clandestina de produtos de limpeza

Uma empresa clandestina fabricante de produtos de limpeza foi lacrada ontem em Sumaré. O estabelecimento funcionava sem licença sanitária, da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) e Polícia Federal.

A ação aconteceu na Rua Silvio Vedovato, no Jardim Maracanã, região da Área Cura. Foram encontrados galões e bombonas de produtos químicos como ácido, lauril, peróxido, entre outros, além de corantes e essências. O lugar era usado para fabricar, armazenar e vender produtos.

O proprietário, que não teve o nome divulgado pela administração, foi surpreendido logo ao chegar ao local, por volta das 7h. "A partir de uma denúncia começamos a observar, mas nunca o encontrávamos. Desta vez, ficamos de campana desde às 6h30. Quando ele chegou para abrir o estabelecimento, o abordamos. Na parte de trás funcionava a fábrica clandestina", disse a Coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Barja.

Segundo ela, o trbalho contou com o apoio da Guarda Municipal. "Ele afirmava que possuía o alvará e as licenças necessárias, mas não apresentou nada. Os produtos são tóxicos e poderiam causar um acidente", contou Denise.
Para reabrir o estabelecimento, o comerciante deverá regularizar toda documentação relacionada ao alvará de funcionamento. Não foi preciso elaboração de boletim de ocorrência.

Fonte: jornal Todo Dia

terça-feira, 13 de abril de 2010

Clínica clandestina mantinha cemitério de animais e comércio ilegal de aves.

Vigilância Sanitária interdita clínica veterinária no interior de SP

Três denúncias levaram a Vigilância Sanitária de Sumaré, interior de SP, a interditar ontem uma loja agropecuária no Jardim São Domingos por funcionamento clandestino de clínica veterinária. O proprietário do estabelecimento, D.S., é acusado de exercício ilegal da profissão. Pelas denúncias recebidas, ele se passava por veterinário, fazendo consultas e cirurgias. A Polícia Ambiental e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) apreenderam cinco aves silvestres e o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) recolheu cinco animais domésticos.

Segundo a coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja, o único documento que S. apresentou foi o alvará de funcionamento vencido em 2005. Ele também não tinha licença sanitária.
A equipe, acompanhada por dois guardas municipais, dirigiu-se à loja por volta das 10 horas, onde estavam S., a esposa e um funcionário. “As condições sanitárias eram terríveis. Higiene zero”, destacou Denise, explicando que nos fundos da loja há uma sala que funcionaria como clínica.
Na loja foram apreendidos uma placa avisando sobre a consulta veterinária, soro, material cirúrgico e medicamento vencido. “Evidência (sobre o exercício ilegal da profissão) tem bastante. Temos fotos de tudo. E um cliente que fez cirurgia na pata direita de um cachorro confirmará a prática”, relatou Denise.
Vizinhos à agropecuária de S. informaram ao LIBERAL que o local oferece serviços veterinários e que o proprietário “tem uma boa clientela” de cães, gatos e aves.
A equipe também localizou no quintal dos fundos o corpo de dois cães e pelo menos três enterrados. Numa gaiola estava preso um boxer que S. informou ser de sua propriedade. Com sintomas de desnutrição e sob orientação do CCZ, o animal foi encaminhado para atendimento veterinário. Outros três cães, que ele relatou serem dele, foram levados pela família. Para o CCZ foram encaminhados três cães e dois gatos que também estavam na propriedade e seriam para adoção.
Pássaros
A Polícia Ambiental e o Ibama foram acionados porque no estabelecimento havia três canários da terra e dois pássaros preto. Todos foram apreendidos por serem aves silvestres e serão encaminhados para ressocialização.
Para a fiscalização S. teria informado que fez dois anos do curso de medicina veterinária. Mas não confirmou a informação para a reportagem, pois preferiu não se pronunciar. O advogado da empresa, Jean Carlo de Souza, alegou que seu cliente nunca disse que era veterinário e não faz consultas. “A gente entende que há excesso no que foi dito com relação a ele”, resumiu.
Fonte: O Liberal
Foto: Marcelo Rocha/O Liberal

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Vigilância Sanitária fecha clínica veterinária clandestina

No local foram encontrados ainda animais silvestres, o que levou a Vigilância a acionar a Polícia Ambiental O Departamento de Vigilância em Saúde Coletiva de Sumaré localizou e interditou nesta segunda-feira (12/4) uma clínica veterinária clandestina. No local, na Rua Casemiro Fortunato, 182, no Campo Belo, região do São Domingos, os técnicos encontraram uma agropecuária sem nenhuma documentação. E nos fundos funcionava uma clínica veterinária, onde o proprietário Daniel dos Santos, tinha carimbos e material cirúrgico, mas não o diploma de médico veterinário. Segundo a diretora da Vigilância, Denise Torci Barja, toda a situação é irregular. 'Quando a porta da agropecuária está fechada, a inscrição é de tapeçaria' , disse ela. 
No local foram encontrados ainda animais silvestres, o que levou a Vigilância a acionar a Polícia Ambiental, que apreendeu seis pássaros, entre pássaro-preto e canários; quatro cachorros e dois gatos. As aves estão sob a guarda da Polícia Ambiental, enquanto os cães e gatos foram encaminhados ao Centro de Zoonoses e serão incluídos no programa de adoção. Santos ainda ficou com quatro cachorros que alegou serem seus. No entanto, ele teria que levar os animais a um veterinário e apresentar o respectivo laudo aos técnicos da Vigilância. Daniel dos Santos será investigado por exercício ilegal de profissão (veterinário) e tráfico de animais silvestres. A Vigilância chegou ao local por meio de denúncia e também encontrou restos de animais enterrados no quintal da clínica. A ocorrência foi registrada no 2º. Distrito Policial de Sumaré (Jardim São Domingos).
Fonte: Delma Medeiros - Jornal Correio Popular