Quem sou eu

Minha foto
Sumaré, São Paulo, Brazil
Sou DENISE BARJA, 47 anos, Administradora, Pôs Graduada em Auditoria de Serviços de Saúde, Especialista e Consultora em Vigilância Sanitária. Concursada na Prefeitura de Sumaré como Fiscal Municipal. Exerci cargos Municipais como Diretora Técnica de Orçamento e Finanças na Prefeitura de São Paulo; Gestão em Saúde Publica na Prefeitura de São Vicente; Coordenadora em Vigilância Sanitária na Prefeitura de São Vicente e Sumaré e Membro do Conselho de Defesa Social. Atuei em 3 gestões na Associação de Moradores do Villa Flora (AMVF) como Diretora voluntária nas pastas de Meio Ambiente, Manutenção e Limpeza, e Ampliação e Reforma, desenvolvendo 12 projetos sociais junto a AMVF, ao Comércio local e a Comunidade. A perspectiva e comprometimento para o futuro é continuar a caminhar em prol a coletividade de Sumaré, perpetuar os projetos existentes e trabalhar forte nos que virão em breve!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Vigilância Sanitária interdita clínica veterinária no interior de SP

Três denúncias levaram a Vigilância Sanitária de Sumaré, interior de SP, a interditar ontem uma loja agropecuária no Jardim São Domingos por funcionamento clandestino de clínica veterinária. O proprietário do estabelecimento, D.S., é acusado de exercício ilegal da profissão. Pelas denúncias recebidas, ele se passava por veterinário, fazendo consultas e cirurgias. A Polícia Ambiental e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) apreenderam cinco aves silvestres e o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) recolheu cinco animais domésticos.

Segundo a coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja, o único documento que S. apresentou foi o alvará de funcionamento vencido em 2005. Ele também não tinha licença sanitária.
A equipe, acompanhada por dois guardas municipais, dirigiu-se à loja por volta das 10 horas, onde estavam S., a esposa e um funcionário. “As condições sanitárias eram terríveis. Higiene zero”, destacou Denise, explicando que nos fundos da loja há uma sala que funcionaria como clínica.
Na loja foram apreendidos uma placa avisando sobre a consulta veterinária, soro, material cirúrgico e medicamento vencido. “Evidência (sobre o exercício ilegal da profissão) tem bastante. Temos fotos de tudo. E um cliente que fez cirurgia na pata direita de um cachorro confirmará a prática”, relatou Denise.
Vizinhos à agropecuária de S. informaram ao LIBERAL que o local oferece serviços veterinários e que o proprietário “tem uma boa clientela” de cães, gatos e aves.
A equipe também localizou no quintal dos fundos o corpo de dois cães e pelo menos três enterrados. Numa gaiola estava preso um boxer que S. informou ser de sua propriedade. Com sintomas de desnutrição e sob orientação do CCZ, o animal foi encaminhado para atendimento veterinário. Outros três cães, que ele relatou serem dele, foram levados pela família. Para o CCZ foram encaminhados três cães e dois gatos que também estavam na propriedade e seriam para adoção.
Pássaros
A Polícia Ambiental e o Ibama foram acionados porque no estabelecimento havia três canários da terra e dois pássaros preto. Todos foram apreendidos por serem aves silvestres e serão encaminhados para ressocialização.
Para a fiscalização S. teria informado que fez dois anos do curso de medicina veterinária. Mas não confirmou a informação para a reportagem, pois preferiu não se pronunciar. O advogado da empresa, Jean Carlo de Souza, alegou que seu cliente nunca disse que era veterinário e não faz consultas. “A gente entende que há excesso no que foi dito com relação a ele”, resumiu.
Fonte: O Liberal
Foto: Marcelo Rocha/O Liberal

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe aqui sua opinião. Participe!