
A Secretaria Municipal da Saúde de Sumaré, por meio do Departamento de Vigilância Sanitária, promoveu ontem (dia 24) capacitação para 45 fiscais sanitários de Sumaré e de mais 11 municípios da região, como Vinhedo, Monte Mor, Nova Odessa, Santa Bárbara do Oeste, Hortolândia, Louveira, entre outras, sobre o combate ao comércio de produtos de limpeza clandestinos. O curso foi ministrado pela Gerente Geral de Saneantes da Anvisa, Tania Costa Pich, no auditório do Hospital Estadual Sumaré Dr. Leandro Francheschin. A palestrante discutiu com os sanitaristas durante 8 horas, sobre as questões dos registros e notificações de produtos saneantes, instalações e boas práticas de fabricação dos produtos de limpeza e sobre as legislações que envolvem a fabricação, distribuição e comercialização destes produtos. Durante a capacitação, os presentes também contaram com a presença da diretora-executiva da ABIPLA (Associação Brasileira de Indústrias de Produtos de Limpeza), Maria Eugênia Saldanha, e do presidente da Idealax, indústria de produtos de limpeza doméstica, Fernando Figueredo.
Segundo a coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja, a capacitação foi muito benéfica para os fiscais de Sumaré e região. Essa é a primeira vez que temos a oportunidade de discutir o problema da fabricação e comercialização de produtos clandestinos com a Anvisa, então essa oportunidade foi muito boa para esclarecer as nossas dúvidas.A venda de água sanitária, detergentes e sabão clandestinos trazem grande risco para a população, uma vez que estes produtos podem causar queimaduras, problemas respiratórios, irritações, machucados e graves intoxicações. Barja ainda ressalta sobre a ausência de rótulos e informações sobre a composição química dos produtos de limpeza: Desintoxicar uma vítima do saneante ilegal é mais difícil, pois não há informações sobre os componentes da fórmula e que procedimentos devem ser adotados,o que retarda o tratamento do paciente.
Segundo a coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja, a capacitação foi muito benéfica para os fiscais de Sumaré e região. Essa é a primeira vez que temos a oportunidade de discutir o problema da fabricação e comercialização de produtos clandestinos com a Anvisa, então essa oportunidade foi muito boa para esclarecer as nossas dúvidas.A venda de água sanitária, detergentes e sabão clandestinos trazem grande risco para a população, uma vez que estes produtos podem causar queimaduras, problemas respiratórios, irritações, machucados e graves intoxicações. Barja ainda ressalta sobre a ausência de rótulos e informações sobre a composição química dos produtos de limpeza: Desintoxicar uma vítima do saneante ilegal é mais difícil, pois não há informações sobre os componentes da fórmula e que procedimentos devem ser adotados,o que retarda o tratamento do paciente.
Fonte:www.saude.sp.gov.br

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