Quem sou eu

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Sumaré, São Paulo, Brazil
Sou DENISE BARJA, 47 anos, Administradora, Pôs Graduada em Auditoria de Serviços de Saúde, Especialista e Consultora em Vigilância Sanitária. Concursada na Prefeitura de Sumaré como Fiscal Municipal. Exerci cargos Municipais como Diretora Técnica de Orçamento e Finanças na Prefeitura de São Paulo; Gestão em Saúde Publica na Prefeitura de São Vicente; Coordenadora em Vigilância Sanitária na Prefeitura de São Vicente e Sumaré e Membro do Conselho de Defesa Social. Atuei em 3 gestões na Associação de Moradores do Villa Flora (AMVF) como Diretora voluntária nas pastas de Meio Ambiente, Manutenção e Limpeza, e Ampliação e Reforma, desenvolvendo 12 projetos sociais junto a AMVF, ao Comércio local e a Comunidade. A perspectiva e comprometimento para o futuro é continuar a caminhar em prol a coletividade de Sumaré, perpetuar os projetos existentes e trabalhar forte nos que virão em breve!

domingo, 28 de novembro de 2010

Eleição dos diretores da AMVF.


À partir de Janeiro a Associação dos Moradores do Villa Flora - AMVF, tera novos diretores.
A eleição ocorreu no dia 28/11/10, ficando assim eleitos:



- Diretor Superintendente: Vladimir Prado.
- Diretor Tesoureiro: Rogério Deiseppe.
- Diretor de Comunicação: Hélio Ap. Pires.
- Diretor de Segurança e Trânsito: Sandra Zanardi.
- Diretor de Meio Ambiente: Denise Barja.
- Diretor de Cultura, Esporte e Lazer: Maria Emília Lopes.
- Diretor de Limpeza e Manutenção: Cleito Azevedo.
- Diretor de Ampliações e Reformas: Sem Candidato.
- Para o Conselho Fiscal ficaram eleitos: Maria Ap. Arruda e Patrícia Lage.


Como não houve candidato, o diretor de Ampliações e Reforma e mais um coselheiro fiscal serão eleitos em Assembléia Geral da AMVF.

Fonte: AMVF

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Vigilância Sanitária e ANVISA



A Secretaria Municipal da Saúde de Sumaré, por meio do Departamento de Vigilância Sanitária, promoveu ontem (dia 24) capacitação para 45 fiscais sanitários de Sumaré e de mais 11 municípios da região, como Vinhedo, Monte Mor, Nova Odessa, Santa Bárbara do Oeste, Hortolândia, Louveira, entre outras, sobre o combate ao comércio de produtos de limpeza clandestinos. O curso foi ministrado pela Gerente Geral de Saneantes da Anvisa, Tania Costa Pich, no auditório do Hospital Estadual Sumaré Dr. Leandro Francheschin. A palestrante discutiu com os sanitaristas durante 8 horas, sobre as questões dos registros e notificações de produtos saneantes, instalações e boas práticas de fabricação dos produtos de limpeza e sobre as legislações que envolvem a fabricação, distribuição e comercialização destes produtos. Durante a capacitação, os presentes também contaram com a presença da diretora-executiva da ABIPLA (Associação Brasileira de Indústrias de Produtos de Limpeza), Maria Eugênia Saldanha, e do presidente da Idealax, indústria de produtos de limpeza doméstica, Fernando Figueredo.

Segundo a coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja, a capacitação foi muito benéfica para os fiscais de Sumaré e região. Essa é a primeira vez que temos a oportunidade de discutir o problema da fabricação e comercialização de produtos clandestinos com a Anvisa, então essa oportunidade foi muito boa para esclarecer as nossas dúvidas.A venda de água sanitária, detergentes e sabão clandestinos trazem grande risco para a população, uma vez que estes produtos podem causar queimaduras, problemas respiratórios, irritações, machucados e graves intoxicações. Barja ainda ressalta sobre a ausência de rótulos e informações sobre a composição química dos produtos de limpeza: Desintoxicar uma vítima do saneante ilegal é mais difícil, pois não há informações sobre os componentes da fórmula e que procedimentos devem ser adotados,o que retarda o tratamento do paciente.

Fonte:www.saude.sp.gov.br

sábado, 24 de abril de 2010

Vigilância Sanitária fecha fábrica clandestina de produtos de limpeza

Uma empresa clandestina fabricante de produtos de limpeza foi lacrada ontem em Sumaré. O estabelecimento funcionava sem licença sanitária, da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) e Polícia Federal.

A ação aconteceu na Rua Silvio Vedovato, no Jardim Maracanã, região da Área Cura. Foram encontrados galões e bombonas de produtos químicos como ácido, lauril, peróxido, entre outros, além de corantes e essências. O lugar era usado para fabricar, armazenar e vender produtos.

O proprietário, que não teve o nome divulgado pela administração, foi surpreendido logo ao chegar ao local, por volta das 7h. "A partir de uma denúncia começamos a observar, mas nunca o encontrávamos. Desta vez, ficamos de campana desde às 6h30. Quando ele chegou para abrir o estabelecimento, o abordamos. Na parte de trás funcionava a fábrica clandestina", disse a Coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Barja.

Segundo ela, o trbalho contou com o apoio da Guarda Municipal. "Ele afirmava que possuía o alvará e as licenças necessárias, mas não apresentou nada. Os produtos são tóxicos e poderiam causar um acidente", contou Denise.
Para reabrir o estabelecimento, o comerciante deverá regularizar toda documentação relacionada ao alvará de funcionamento. Não foi preciso elaboração de boletim de ocorrência.

Fonte: jornal Todo Dia

terça-feira, 13 de abril de 2010

Clínica clandestina mantinha cemitério de animais e comércio ilegal de aves.

Vigilância Sanitária interdita clínica veterinária no interior de SP

Três denúncias levaram a Vigilância Sanitária de Sumaré, interior de SP, a interditar ontem uma loja agropecuária no Jardim São Domingos por funcionamento clandestino de clínica veterinária. O proprietário do estabelecimento, D.S., é acusado de exercício ilegal da profissão. Pelas denúncias recebidas, ele se passava por veterinário, fazendo consultas e cirurgias. A Polícia Ambiental e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) apreenderam cinco aves silvestres e o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) recolheu cinco animais domésticos.

Segundo a coordenadora da Vigilância Sanitária, Denise Torce Barja, o único documento que S. apresentou foi o alvará de funcionamento vencido em 2005. Ele também não tinha licença sanitária.
A equipe, acompanhada por dois guardas municipais, dirigiu-se à loja por volta das 10 horas, onde estavam S., a esposa e um funcionário. “As condições sanitárias eram terríveis. Higiene zero”, destacou Denise, explicando que nos fundos da loja há uma sala que funcionaria como clínica.
Na loja foram apreendidos uma placa avisando sobre a consulta veterinária, soro, material cirúrgico e medicamento vencido. “Evidência (sobre o exercício ilegal da profissão) tem bastante. Temos fotos de tudo. E um cliente que fez cirurgia na pata direita de um cachorro confirmará a prática”, relatou Denise.
Vizinhos à agropecuária de S. informaram ao LIBERAL que o local oferece serviços veterinários e que o proprietário “tem uma boa clientela” de cães, gatos e aves.
A equipe também localizou no quintal dos fundos o corpo de dois cães e pelo menos três enterrados. Numa gaiola estava preso um boxer que S. informou ser de sua propriedade. Com sintomas de desnutrição e sob orientação do CCZ, o animal foi encaminhado para atendimento veterinário. Outros três cães, que ele relatou serem dele, foram levados pela família. Para o CCZ foram encaminhados três cães e dois gatos que também estavam na propriedade e seriam para adoção.
Pássaros
A Polícia Ambiental e o Ibama foram acionados porque no estabelecimento havia três canários da terra e dois pássaros preto. Todos foram apreendidos por serem aves silvestres e serão encaminhados para ressocialização.
Para a fiscalização S. teria informado que fez dois anos do curso de medicina veterinária. Mas não confirmou a informação para a reportagem, pois preferiu não se pronunciar. O advogado da empresa, Jean Carlo de Souza, alegou que seu cliente nunca disse que era veterinário e não faz consultas. “A gente entende que há excesso no que foi dito com relação a ele”, resumiu.
Fonte: O Liberal
Foto: Marcelo Rocha/O Liberal

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Vigilância Sanitária fecha clínica veterinária clandestina

No local foram encontrados ainda animais silvestres, o que levou a Vigilância a acionar a Polícia Ambiental O Departamento de Vigilância em Saúde Coletiva de Sumaré localizou e interditou nesta segunda-feira (12/4) uma clínica veterinária clandestina. No local, na Rua Casemiro Fortunato, 182, no Campo Belo, região do São Domingos, os técnicos encontraram uma agropecuária sem nenhuma documentação. E nos fundos funcionava uma clínica veterinária, onde o proprietário Daniel dos Santos, tinha carimbos e material cirúrgico, mas não o diploma de médico veterinário. Segundo a diretora da Vigilância, Denise Torci Barja, toda a situação é irregular. 'Quando a porta da agropecuária está fechada, a inscrição é de tapeçaria' , disse ela. 
No local foram encontrados ainda animais silvestres, o que levou a Vigilância a acionar a Polícia Ambiental, que apreendeu seis pássaros, entre pássaro-preto e canários; quatro cachorros e dois gatos. As aves estão sob a guarda da Polícia Ambiental, enquanto os cães e gatos foram encaminhados ao Centro de Zoonoses e serão incluídos no programa de adoção. Santos ainda ficou com quatro cachorros que alegou serem seus. No entanto, ele teria que levar os animais a um veterinário e apresentar o respectivo laudo aos técnicos da Vigilância. Daniel dos Santos será investigado por exercício ilegal de profissão (veterinário) e tráfico de animais silvestres. A Vigilância chegou ao local por meio de denúncia e também encontrou restos de animais enterrados no quintal da clínica. A ocorrência foi registrada no 2º. Distrito Policial de Sumaré (Jardim São Domingos).
Fonte: Delma Medeiros - Jornal Correio Popular